May 6, 2012


Não vou mais insistir e nem correr atrás.
Agora pra mim tanto faz.

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April 21, 2012


Happy B-Day,

Happy 18th to me ;D

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April 11, 2012


abre a janela, deixa a brisa entrar…

abre a janela, deixa a brisa entrar…

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Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. Só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. Porque é isso que nos importa, não é? O sorriso um do outro.

Caio F Abreu  (via maisumnasociedade)

(Source: INVERNOPERFEITO)

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desculpeafrieza:

Tinha cara de brava e um sorriso meigo, era muito mulher mas com uma graça de menina. Era intensa mas leve, tinha jeito e cara de brava mas isso durava pouco. Tinha as palavras mais doces e um sarcasmo irritante. Era tudo ou nada, 8 ou 80. Andava como quem tem medo de ser vista mas sempre era notada, era um rio silencioso daqueles que fazem um tremendo estrago por onde passa mas nada muito visível aos olhos distraídos. O sorriso natural que ela dava quando era surpreendida ou até mesmo durante uma conversa clichê sempre foi lindo, tão lindo quanto o sorriso debochado e o sorriso malicioso que só eu conhecia já que sempre foi tímida demais para desperdiçar esse com qualquer um. E tinha também o sorriso apaixonante, esse também era maravilhoso e raro. A maioria das pessoas podiam pensar que ela era triste mas não, ela era fechada algo que é muito diferente. Não andava por ai desperdiçando sorrisos e sendo simpática a custo de nada. Tinha cara de marrenta e não dava bola pra ninguém, tinham medo de conquista-lá e ela de ser conquistada. Do modo mais cafajeste eu poderia dizer que ela era um tremendo mulherão mas isso tiraria um pouco do seu valor. Pois ela era mais que isso, tinha além de um corpo belo, tinha uma personalidade forte. Não era o tipo que precisava contestar tudo e todos para mostrar que tinha opinião e nem fazia questão de ser ouvida ou de comentar tudo, era critica com o olhar e suave até  com as palavras mais secas. Sempre gostou de ser abraçada e para mim isso era ótimo, uma vez ou outra ela interrompia o abraço e dizia que eu era muito meloso e precisava de espaço porém em seguida dava o seu típico sorriso brincalhão e eu sabia que era pura graça. Nunca chamei ela de pequena e ela nunca pediu que eu a chamasse por esse termo -como a maioria gosta-. Ela lia o meu olhar e isso sempre considerei algo raro. Quando ela se calava durante uma briga ai sim eu tinha certeza de que fiz merda pois ela sempre adorou um bom debate, tinha uma lista de bons xingamentos e de palavrões bem masculinizados. Era brava, muito brava e eu adorava a cara de brava dela mas era orgulhoso demais para dar o braço a torcer pois nada era mais irritante do que a mania dela de sempre estar certa. E quando eu estava certo das duas uma: ou ela fazia uma cara de não-brigue-comigo-por-ser-tão-teimosa e me beijava para me tirar o foco.. ou dava voltas e voltas no assunto para me tirar o foco -como sempre- e me deixar tão atordoado que acabava por esquecer quem estava certo ou errado, claro que um tempo depois eu lembrava mas nem me preocupava em retornar ao assunto. Ela era uma tempestade calma na minha vida. Me mudou mesmo sem eu perceber, os de fora e atentos percebiam claramente as minhas mudanças mas eu estava tão imerso nela que nem percebia e se percebia nem dava importância. Não implicava com meu futebol de quarta e domingo mas discutia fervorosamente quando se tratava do meu time x o dela. No inicio não era muito de dizer que me amava mas eu também nunca fui esse tipo. Ela era tão ela, era diferente mas por ser muito normal sabe. Não um normal chato, um normal atraente. Eu me sentia em casa quando com ela. Adorava quando ela deitava a cabeça no meu peito com os cabelos úmidos e parecia tão inocente, tanto quando ela usava um vestido que ressaltava suas curvas -o que era raro, graças a sua mania de sempre querer andar confortável ou seja: de shorts, tênis e uma camiseta leve. As amigas adoravam dizer o quanto ela era forte quando alguma delas estavam em crise -que ela compreendia como ninguém-, um dia perguntei porque de tanta admiração e uma delas me disse que era porque ela já havia superado muita coisa. Não entendi muito bem até que um dia ela me contou sobre os problemas na família dela, o quanto ela era mãe dos irmãos e cuidadosa com a mãe, boa filha pro pai porém pouco reconhecida ou até mesmo vista e por vezes nem ela sabia disso já que sempre tinha a triste mania de se achar o problema quando na verdade ela era a solução de tudo. Contou dos segredos dos pais e que eram conhecido agora por todos o que só piorava tudo. Sua pose de menina segura e inocente enganava a todos, seu semblante calmo disfarçava muito bem todos os problemas e crises emocionais. [..] Um dia quando a tinha do meu lado concentrada no seu segundo filme preferido que a fazia rir facilmente que eu só vi o começo já que me distrai quando comecei a fazer um caminho com meus dedos pelo seu braço e mão como quem não quer nada e isso nem á chamou a atenção. Foi então que me deparei com leves traços finos em seu pulso esquerdo que nem se destacavam ou faziam relevo em sua pele porém ficou perspectivo quando me concentrei melhor nessa área. Quando ia perguntar á ela o que eram aqueles cortes, ela deu uma gargalhada e me olhou como quem pergunta por que não achei a cena do filme engraçada. Respondi com um sorriso o que só me deixou mais confuso. Eu sempre tentei saber muito sobre ela, sem perguntar apenas observando suas ações e á deixando desimpedida para falar o que quisesse. Quando perguntei o motivo de tudo aquilo, ela apenas me respondeu que eram marcas de uma época difícil de sua vida. Nos seus olhos aviam um claro pedido de desculpas, eu entendi que ela não sentia vergonha dos cortes e sim dos motivos dele. Motivos tão só dela, motivos que as amigas conheciam e dai vinha toda admiração. E pela primeira vez eu vi naqueles olhos castanhos uma vontade de ser cuidada e percebi que o passado mesmo sendo algo superado continuava presente nela. Ela era tão cuidadosa com todos e no fundo ela que precisava ser cuidada, não por ser fraca e sim por tentar ser forte o tempo todo. Uma vez ou outra quando a vejo rindo e imersa numa conversa com a família percebo que a minha garota é a pessoa mais forte do mundo. E isso nem era a coisa mais linda nela (sua força), ela tinha uma sequência infinita de coisas que a tornam unica para mim. Tinha uma pureza embriagante de quem ainda está conhecendo novos pecados, cabelo finos que ela sempre tentava manter arrumado mas era uma bagunça natural e lindo. Tinha olhos pequenos e que ficavam ainda mais pequenos quando sorria. Quando chorava fazia um bico de criança birrenta. Tinha lábios finos, sobrancelhas longas e perfeitas. Tinha manias loucas que no inicio eu fazia uma cara de você-tem-sérios-problemas o que a fazia rir e eu adoro o riso dela. Tinha manias até irritantes e um humor muito complicado. Num dia só: ela estava incrivelmente feliz, depois chorava um monte e comia chocolate.. logo em seguida ela estava brava e me culpando por coisas que eu não fiz e pior: queria que eu adivinhasse o porque dela estar brava. Tinha horas que ela resolvia que nenhuma roupa ficava boa nela e que estava gorda mas eu sabia que ela só queria ser elogiada. Tinha horas que resolvia criticar tudo em mim mas era só pra me irritar. E tinha horas que era a pessoa mais carente do mundo querendo beijo, abraço e amasso mas adivinha quando ela estava assim? bem na final do brasileirão. Descobri que a minha fase de conquistador barato -modo que ela se referia á minha época de ”curtir a vida”- tinha chegado ao fim e que pela primeira vez eu realmente tive vontade de ter uma garota (lê-se: ela) só para mim: quando depois de uma tarde inteira falando com ela sobre coisas banais parecia ser a conversa mais interessante da minha vida. Quando o riso dela ressoava na minha cabeça e eu sentia uma onda de paz. Quando a vi atravessando a rua e sentia uma vontade descontrolada de sorrir. E pior, senti uma vontade incrível de socar a cara de um idiota que falou ”ô lá em casa” quando ela passou por ele. Eu gostava dela, não sabia o quanto mas sabia que tinha alguma coisa naquela garota que puta merda.. mexia comigo. Mesmo eu odiando o modo como ela era sonsa quando queria e orgulhosa demais, ficando muito puto quando dava a entender que ia rolar tal coisa e saia no meio do caminho como quem quer testar seus efeitos sobre mim. Ela era a minha garota como eu costumava dizer. E mesmo ela me dando todos os motivos do mundo para me afastar dela já que ela sempre tenta afastar as pessoa -algo também bem chato- no fundo eu sempre soube: ela era só uma garota que precisava se sentir totalmente amada.

desculpeafrieza:

Tinha cara de brava e um sorriso meigo, era muito mulher mas com uma graça de menina. Era intensa mas leve, tinha jeito e cara de brava mas isso durava pouco. Tinha as palavras mais doces e um sarcasmo irritante. Era tudo ou nada, 8 ou 80. Andava como quem tem medo de ser vista mas sempre era notada, era um rio silencioso daqueles que fazem um tremendo estrago por onde passa mas nada muito visível aos olhos distraídos. O sorriso natural que ela dava quando era surpreendida ou até mesmo durante uma conversa clichê sempre foi lindo, tão lindo quanto o sorriso debochado e o sorriso malicioso que só eu conhecia já que sempre foi tímida demais para desperdiçar esse com qualquer um. E tinha também o sorriso apaixonante, esse também era maravilhoso e raro. A maioria das pessoas podiam pensar que ela era triste mas não, ela era fechada algo que é muito diferente. Não andava por ai desperdiçando sorrisos e sendo simpática a custo de nada. Tinha cara de marrenta e não dava bola pra ninguém, tinham medo de conquista-lá e ela de ser conquistada. Do modo mais cafajeste eu poderia dizer que ela era um tremendo mulherão mas isso tiraria um pouco do seu valor. Pois ela era mais que isso, tinha além de um corpo belo, tinha uma personalidade forte. Não era o tipo que precisava contestar tudo e todos para mostrar que tinha opinião e nem fazia questão de ser ouvida ou de comentar tudo, era critica com o olhar e suave até  com as palavras mais secas. Sempre gostou de ser abraçada e para mim isso era ótimo, uma vez ou outra ela interrompia o abraço e dizia que eu era muito meloso e precisava de espaço porém em seguida dava o seu típico sorriso brincalhão e eu sabia que era pura graça. Nunca chamei ela de pequena e ela nunca pediu que eu a chamasse por esse termo -como a maioria gosta-. Ela lia o meu olhar e isso sempre considerei algo raro. Quando ela se calava durante uma briga ai sim eu tinha certeza de que fiz merda pois ela sempre adorou um bom debate, tinha uma lista de bons xingamentos e de palavrões bem masculinizados. Era brava, muito brava e eu adorava a cara de brava dela mas era orgulhoso demais para dar o braço a torcer pois nada era mais irritante do que a mania dela de sempre estar certa. E quando eu estava certo das duas uma: ou ela fazia uma cara de não-brigue-comigo-por-ser-tão-teimosa e me beijava para me tirar o foco.. ou dava voltas e voltas no assunto para me tirar o foco -como sempre- e me deixar tão atordoado que acabava por esquecer quem estava certo ou errado, claro que um tempo depois eu lembrava mas nem me preocupava em retornar ao assunto. Ela era uma tempestade calma na minha vida. Me mudou mesmo sem eu perceber, os de fora e atentos percebiam claramente as minhas mudanças mas eu estava tão imerso nela que nem percebia e se percebia nem dava importância. Não implicava com meu futebol de quarta e domingo mas discutia fervorosamente quando se tratava do meu time x o dela. No inicio não era muito de dizer que me amava mas eu também nunca fui esse tipo. Ela era tão ela, era diferente mas por ser muito normal sabe. Não um normal chato, um normal atraente. Eu me sentia em casa quando com ela. Adorava quando ela deitava a cabeça no meu peito com os cabelos úmidos e parecia tão inocente, tanto quando ela usava um vestido que ressaltava suas curvas -o que era raro, graças a sua mania de sempre querer andar confortável ou seja: de shorts, tênis e uma camiseta leve. As amigas adoravam dizer o quanto ela era forte quando alguma delas estavam em crise -que ela compreendia como ninguém-, um dia perguntei porque de tanta admiração e uma delas me disse que era porque ela já havia superado muita coisa. Não entendi muito bem até que um dia ela me contou sobre os problemas na família dela, o quanto ela era mãe dos irmãos e cuidadosa com a mãe, boa filha pro pai porém pouco reconhecida ou até mesmo vista e por vezes nem ela sabia disso já que sempre tinha a triste mania de se achar o problema quando na verdade ela era a solução de tudo. Contou dos segredos dos pais e que eram conhecido agora por todos o que só piorava tudo. Sua pose de menina segura e inocente enganava a todos, seu semblante calmo disfarçava muito bem todos os problemas e crises emocionais. [..] Um dia quando a tinha do meu lado concentrada no seu segundo filme preferido que a fazia rir facilmente que eu só vi o começo já que me distrai quando comecei a fazer um caminho com meus dedos pelo seu braço e mão como quem não quer nada e isso nem á chamou a atenção. Foi então que me deparei com leves traços finos em seu pulso esquerdo que nem se destacavam ou faziam relevo em sua pele porém ficou perspectivo quando me concentrei melhor nessa área. Quando ia perguntar á ela o que eram aqueles cortes, ela deu uma gargalhada e me olhou como quem pergunta por que não achei a cena do filme engraçada. Respondi com um sorriso o que só me deixou mais confuso. Eu sempre tentei saber muito sobre ela, sem perguntar apenas observando suas ações e á deixando desimpedida para falar o que quisesse. Quando perguntei o motivo de tudo aquilo, ela apenas me respondeu que eram marcas de uma época difícil de sua vida. Nos seus olhos aviam um claro pedido de desculpas, eu entendi que ela não sentia vergonha dos cortes e sim dos motivos dele. Motivos tão só dela, motivos que as amigas conheciam e dai vinha toda admiração. E pela primeira vez eu vi naqueles olhos castanhos uma vontade de ser cuidada e percebi que o passado mesmo sendo algo superado continuava presente nela. Ela era tão cuidadosa com todos e no fundo ela que precisava ser cuidada, não por ser fraca e sim por tentar ser forte o tempo todo. Uma vez ou outra quando a vejo rindo e imersa numa conversa com a família percebo que a minha garota é a pessoa mais forte do mundo. E isso nem era a coisa mais linda nela (sua força), ela tinha uma sequência infinita de coisas que a tornam unica para mim. Tinha uma pureza embriagante de quem ainda está conhecendo novos pecados, cabelo finos que ela sempre tentava manter arrumado mas era uma bagunça natural e lindo. Tinha olhos pequenos e que ficavam ainda mais pequenos quando sorria. Quando chorava fazia um bico de criança birrenta. Tinha lábios finos, sobrancelhas longas e perfeitas. Tinha manias loucas que no inicio eu fazia uma cara de você-tem-sérios-problemas o que a fazia rir e eu adoro o riso dela. Tinha manias até irritantes e um humor muito complicado. Num dia só: ela estava incrivelmente feliz, depois chorava um monte e comia chocolate.. logo em seguida ela estava brava e me culpando por coisas que eu não fiz e pior: queria que eu adivinhasse o porque dela estar brava. Tinha horas que ela resolvia que nenhuma roupa ficava boa nela e que estava gorda mas eu sabia que ela só queria ser elogiada. Tinha horas que resolvia criticar tudo em mim mas era só pra me irritar. E tinha horas que era a pessoa mais carente do mundo querendo beijo, abraço e amasso mas adivinha quando ela estava assim? bem na final do brasileirão. Descobri que a minha fase de conquistador barato -modo que ela se referia á minha época de ”curtir a vida”- tinha chegado ao fim e que pela primeira vez eu realmente tive vontade de ter uma garota (lê-se: ela) só para mim: quando depois de uma tarde inteira falando com ela sobre coisas banais parecia ser a conversa mais interessante da minha vida. Quando o riso dela ressoava na minha cabeça e eu sentia uma onda de paz. Quando a vi atravessando a rua e sentia uma vontade descontrolada de sorrir. E pior, senti uma vontade incrível de socar a cara de um idiota que falou ”ô lá em casa” quando ela passou por ele. Eu gostava dela, não sabia o quanto mas sabia que tinha alguma coisa naquela garota que puta merda.. mexia comigo. Mesmo eu odiando o modo como ela era sonsa quando queria e orgulhosa demais, ficando muito puto quando dava a entender que ia rolar tal coisa e saia no meio do caminho como quem quer testar seus efeitos sobre mim. Ela era a minha garota como eu costumava dizer. E mesmo ela me dando todos os motivos do mundo para me afastar dela já que ela sempre tenta afastar as pessoa -algo também bem chato- no fundo eu sempre soube: ela era só uma garota que precisava se sentir totalmente amada.

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March 26, 2012


March 24, 2012


Eu causo nas pessoas um tipo de enjôo com meu jeito, com minha carência, com minha ânsia por atenção. Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias atuais. Talvez esse seja o meu pior defeito

 Cazuza (via garoto-de-mochila)

(Source: GAROTO-DE-MOCHILA.TUMBLR.COM)

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March 16, 2012


Desejo a você… fruto do mato, cheiro de jardim, namoro no portão, domingo sem chuva, segunda sem mau humor, sábado com seu amor, ouvir uma palavra amável, ter uma surpresa agradável, noite de lua Cheia, rever uma velha amizade, ter fé em Deus, não ter que ouvir a palavra não, nem nunca, nem jamais e adeus. Rir como criança, ouvir canto de passarinho, escrever um poema de Amor que nunca será rasgado, formar um par ideal, tomar banho de cachoeira, aprender uma nova canção, esperar alguém na estação, queijo com goiabada, pôr-do-Sol na roça, uma festa, um violão, uma seresta, recordar um amor antigo, ter um ombro sempre amigo, bater palmas de alegria, uma tarde amena, calçar um velho chinelo, sentar numa velha poltrona, tocar violão para alguém, ouvir a chuva no telhado, vinho branco, bolero de Ravel…

Carlos Drummond de Andrade   (via mabele)

(Source: narizdevidro)

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March 9, 2012


March 8, 2012


Upset is over the sad and under the angry, exactly where I am.

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February 29, 2012


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